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quinta-feira, 13 de maio de 2010

A Magical Combination...

E hoje... 
Abrimos por estes mares em tons de azul uma nova janela. Não será de telas, de quem as pinta ou pintou, ou de onde estão expostas e como lá chegar... Não, hoje não! 
Hojeee... Bom, vamos começar! 
... 
Lembram-se dos videoclips Enjoy the Silence e Personal Jesus?!... do filme Control sobre Ian Curtis?!... das fotos de The Joshua Tree ou Vienna?!...
Pareceu-me ver um sorriso por aí :) 
  


Anton Corbijn nasceu em Strijen, Holanda, no ido ano de 1955. Começou a sua carreira em Groningen, inicialmente com a câmara fotográfica do seu pai,  na captura de fotos de um concerto ao ar livre. Este vicio pela 'fotografia musical' apaixonou-o imediatamente. 
...
“I desperately wanted to see it, but didn’t have anyone to go with, so I took along my father’s camera to give me some sort of excuse for being there. I took a few pictures and sent them to a newspaper, which published them straight away.”


Atrás dessas fotos muitas outras se seguiram, e um grande jornal holandês deu-lhe trabalho regular e alguma notoriedade... 
Seguindo as pisadas musicais eis que... Próximo passo Londres! 
1979. 
Nesse novo percurso por terras de Sua Majestade surge uma banda que o iria fascinar, nomeadamente o seu vocalista Ian Curtis, acompanhando a sua ascensão e solidificando o seu gosto por este tipo de fotografia, falo obviamente dos Joy Division.  


A sua enorme criatividade abre-lhe as portas para um novo mundo e surgem convites para produzir capas de discos, livros, posters, exposições fotográficas e por fim videoclips. 
A meio da década de 80 abre a sua própria companhia de vídeos musicais e filmes. 
Em frente das suas duas Hasselblad passam celebridades do cinema, da escrita, da moda e música, tornando-se num dos mais solicitados fotógrafos e  produtores de videoclips. 
O seu segredo é simples... Amor pela música e afinidade natural pela câmara... A Magical Combination!  


FerdoS

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Anish Kapoor...from Bombay to London...


Num delicioso momento de criação, toquemos o céu nesses mesmos instantes... 
Cloud Gate, C-Curve, Chromophobia, Marsyas, Taratantara...e tantas mais...
...e da milenar Índia chega-nos o criador Anish Kapoor. 
Nasceu em Bombaim em 1954 e mudou-se para Londres em 1972 para estudar Arte, cidade onde vive e trabalha desde então. Obteve pós-graduação na Hornsey College of Art e  na Chelsea School of Art and Design e a sua primeira exposição individual aconteceu em Alexandra Patrice de Paris em 1980, atingindo rapidamente uma enorme reputação internacional. A partir daí, o céu seria o seu limite!  



Kapoor representou a Grã-Bretanha na 44a Bienal de Veneza em 1990 e foi premiado com o Best Young Artist Duemila. No ano seguinte, ganhou o prestigiado Prêmio Turner.Tem exposto a nível mundial, com destaque, mais recentemente, na Royal Academy of Arts, em Londres, o Deutsche Guggenheim, em Berlim, na MAK de Viena e no Instituto de Arte Contemporânea em Boston. Este ano colocou o seu toque em Bilbau, através de uma exposição itinerante organizada pelo Museu Guggenheim Bilbao, e que é a sua primeira grande exposição individual em Espanha. 
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As obras de Kapoor são frequentemente simples, formas curvas, normalmente de uma só cor ou brilhantemente coloridas. Na maior parte dos seus trabalhos, a intenção é prender a atenção do público, invocando um mistério através das cavidades escuras das peças expostas, com o seu tamanho e beleza simples.

FerdoS


domingo, 10 de janeiro de 2010

Junto ao Tamisa, quisera eu Tatear!...



Junto ao Tamisa...
Nesse cinzento e fresco Outubro... Quisera eu Tatear!
(Tatear?!... O novo acordo ortográfico até que deu jeito neste caso!)
Por aqui passeávamos, eu e os meus frescos afilhados, The Pebble Family! :)
 Moderno e contemporâneo, na sua frente abrandamos e por fim paramos...
Tate Modern London, aqui estamos!
Nesse ano, nesse mês, nesse dia, mesmo ali, junto ao homem que queria no verde nadar, a Ementa dizia...
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 Louise Bourgeois, uma das mais famosas escultoras deste nosso planeta azul. Ao longo da sua carreira percorreu vários movimentos artísticos Avant-Garde, desde o Abstraccionismo até ao Realismo.
Os seus trabalhos abrangem os mais diversos materiais; gesso, látex, tecido, madeira, luzes, bronze, mármore, espelhos, etc.
Lembram-se da Aranha do Guggenheim em Bilbau?!... Louise, oui!



Nesse londrino cardápio podíamos ler a seguir...
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Hélio Oiticica, pintor e escultor, um dos artistas mais revolucionários do seu tempo, toda a sua obra experimental e inovadora é prova disso mesmo. Foi mestre na composição abstracta e na instalação, sendo o fundador do Grupo Neoconcreto, e criador da escultura móvel Parangolé!!!
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Nos Poetry and Dream Collection e Turbine Hall, exibiam-se os trabalhos e as esculturas/instalações da colombiana Doris Salcedo, grande utilizadora de móveis e diversas peças de mobiliário nas suas esculturas, substituindo-lhes o ar familiar, pelo mau estar e algum horror!



E tanto e tanto que um Tate tem para nos dar...
Junto ao Tamisa...
Junto ao Tamisa, quisera eu entrar!

FerdoS